A experiência da Segunda Guerra Mundial deixa marcas indeléveis: escava e corrói a linguagem, repropõe ruínas e retomadas de formas tradicionais, abre caminhos e desativa algumas operações que, se por um lado apontam para um novo uso da linguagem poética, por outro não deixam de ser um trabalho sobre si, que é também resistência e transformação, e, logo, um espaço do éthos e do político. Navegue pelo mapa abaixo para conhecer os quatro autores do projeto:


